João Martins, Advogado

João Martins

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Sérgio Oliveira de Souza, Administrador
Sérgio Oliveira de Souza
Comentário · há 11 anos
Caro Pareta

Vossa Senhoria não foi imparcial em seu texto.
Ao tentar justificar a atitude da modelo de blasfêmia ao cristianismo, disse que a crucificação de cristo foi uma invenção.
Acaso tens prova histórica deste fato?
Pelo que conheço da história da religião, a Crucificação ou crucifixão foi um método de execução utilizado na Antiguidade e comum tanto em Roma quanto em Cartago. Abolido no século IV, por Constantino, consistia em torturar o condenado e obrigá-lo a levar até o local do suplício a barra horizontal da cruz, onde já se encontrava a parte vertical cravada no chão. De braços abertos, o condenado era pregado na madeira pelos pulsos e pelos pés e morria, depois de horas de exaustão, por asfixia e parada cardíaca (a cabeça pendida sobre o peito dificultava sobremodo a respiração).

Acredita-se que foi criado na Pérsia , sendo trazido no tempo de Alexandre para o Ocidente, sendo então copiado dos cartagineses pelos itálicos. Neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo de crucificação era olhado com profundo horror. O castigo da crucificação começava com flagelação, depois do criminoso ter sido despojado de suas vestes. No azorrague os soldados fixavam os pregos, pedaços de ossos, e coisas semelhantes, podendo a tortura do açoitamento ser tão forte que às vezes o flagelado morria em consequência do açoite.O flagelo era cometido ao réu estando este preso a uma coluna.
A maior crucificação de que se tem notícia ocorreu em 71 a.C., ao tempo de Pompeu, em Roma. Dominada a revolta de 200 mil escravos sob o comando de Espártaco (a Terceira Guerra Servil), as legiões romanas, furiosas, num só dia crucificaram cerca de 6000 dos revoltosos vencidos.

Diversos outros cristãos também foram crucificados, entre eles Pedro, que SEGUNDO REGISTROS HISTÓRICOS, teria sido crucificado de cabeça para baixo.

De acordo com a TRADIÇÃO JUDAICA, Jesus de Nazaré não teria sido crucificado pelos romanos, mas sim teria sido um religioso anterior chamado Jesus Ben Pantera declarado herege pelo Sinédrio, apedrejado e pendurado em uma árvore na véspera da Pessach de 88 a.C. de cuja história teria originado posteriormente o Cristianismo. Já de acordo com o Islão, a crucificação de Jesus teria sido aparente, já que Deus não permitiria um sofrimento demasiado para um justo.

No meu entendimento, não se justifica a intolerância em qualquer manifestação que seja, conheço muitos homossexuais que tem sua fé religiosa, a própria modelo não se diz espirita? Então pela doutrina espirita vai ter ter que nascer mais 3 ou 4 vezes para aprender a respeitar seu próximo.

O problema não é ser ateu, espirita, cristão, judeu, muçulmano, budista, hindú etc, heterossexual, homossexual, bissexual, transsexual etc. O único problema é ser intolerante.

Sou religioso e tenho certeza que Deus não ensina a odiar, quem ensina o ódio é o homem, a prova disto é que o segundo maior mandamento de Deus é Amar ao próximo como a si mesmo, independente de ser ateu, espirita, cristão, judeu, muçulmano, budista, hindus, ou, heterossexual, homossexual, bissexual, transsexual .
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